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sábado, 27 de julho de 2013

Confraria Brasileira de Tarot: um evento para recordar... e pensar.


Pessoal, eu precisei de um tempo para conseguir escrever sobre o evento. Foi intenso demais para escrever correndo apenas um agradecimento. Eu acompanho a Confraria Brasileira de Tarot desde o seu surgimento, estive na I e na II edições. Sempre saí com milhares de ideias que concretizaram-se em textos e conversas várias aqui no blog. Dessa vez, contudo, participei ativamente, representando a Cartomancia na Tarologia.
A Cartomancia é uma disciplina como qualquer outra disciplina das artes da imaginação. Se, por um lado, ela abarca a Tarologia, dado que o Tarô é um baralho, por outro temos um termo amplo demais para as possíveis atribuições diferenciadoras entre uma e outra forma de abordar o objeto do estudo. E, pensando nisso e na literatura pertinente à cartomancia no Brasil, propus a reflexão sobre a obviedade das cartas, a despeito da complexidade da imagem e da limitação dos livros.


Confesso que não foi fácil. Parecia um tema espinhoso demais para ser tratado como uma conversa. Mas todo o meu receio caiu por terra quando observei os diálogos possíveis com a palestra do Constantino K Riemma. Ali começou a minha identificação de que eu não estava sozinho num pensamento que me permeia há tempos: a tentativa de homogeneização do símbolo só é possível dada a globalização do símbolo. Se por um lado, isso nos traz a possibilidade de aproximarmo-nos do Outro com certa segurança, por outro lado varre a idiossincrasia, o mágico, o singular e o local para baixo do tapete – e eles passam a ser “errados”, por não se enquadrarem naquilo que deveria ser o “certo”.


Poderíamos colocar a responsabilidade no inconsciente coletivo. Certo. Mas as ideias que permeiam o mesmo conceito podem ser representadas por símbolos diferentes. Como se perguntássemos a um Viking e a um Xamã o que eles acham do lobo. Mesmo animal, visões diferentes, funções diferentes.
Pois bem, tive a oportunidade de esclarecer esses pontos na minha cabeça. Constantino, muito obrigado. 

Imagem captada pela Prem Mangla.
Quando a imagem suplanta a descrição.

Evidente que encontrei pessoas queridíssimas, algumas que não via há muito tempo, outras que qualquer tempo sempre é muito. E é sempre um aprendizado para mim. Uma lembrança. E um carinho. Do tamanho do sem tamanho.

Quatro Rainhas, dois naipes. 
Clau e Drika, Paus.
Nancy e Prem, Copas.

Nadir, Priscilla, Emanuel e Prem.

Márcia, Katharina, Drika, Emanuel e Vanessa.

Katharina e eu aplicando um beijaço na Drika <3 font="">

Kelma e Drika

Eu quis, desde o primeiro momento, ir à palestra da Kelma Mazziero. Foi estupenda (não poderia ser diferente, à propósito). Ao concatenar o trabalho com o Tarô com o trabalho com Florais (em especial os de Bach) à luz da mandala astrológica, eu tive aquela sensação gostosa que a gente tem diante de um quadro pré-rafaelita: “puxa! Eu sei o que você quer dizer!”

Priscilla Lhacer (ao centro), referência em obtenção de baralhos.
Você escolhe, ela consegue. 
E todos ficam felizes.

E adquiri um oráculo que tem sido uma porrada atrás da outra: Fiori di Bach, da Lo Scarabeo (na verdade, eu saí no meio da palestra, corri no estande da Priscilla Lhacer e voltei). Talvez, até que se familiarize com o sistema, seja a melhor forma, já que com baralhos eu estou em casa. Existe uma coisa na linguagem que transcende a forma como poderíamos julgar correta uma aproximação, e a essa coisa dá-se o nome de percepção.

Os librianos do Tarot.

Reencontrar a Pietra e o Edu é sempre mágico. É sempre feliz. Obrigado, pessoal, pelo carinho, mesmo. Esse ano, em especial, Sarah Helena e eu trocamos figurinhas importantes para o meu desenvolvimento pessoal. Obrigado, MESMO.


Claudia Mello deu um show de interconexão entre as cartas e as ervas. Eu tenho a oportunidade de conversar com a Clau com uma certa regularidade e, olha, sinceramente? Dê uma passadinha lá no Emporium VT. Você irá descortinar um mundo para sua própria realidade em portas aromáticas e herbáceas.




Pessoal, eu não vou falar muito sobre a minha palestra. Apenas agradeço aos participantes (Edy de Luca e Claudia Mello, obrigado, especialmente, a vocês). Como eu fiz um artigo antes de fazer a apresentação, deixei-o disponível para download, aqui. Aguardo seus comentários aqui nessa postagem. Concorda? Discorda? Não tem opinião formada? Deixe registrada sua impressão para mim!

Eu, Drika e o baralho. 
Amor, né?

Ah, e uma novidade Lo Scarabeo: eu escrevi os comentários à edição brasileira do French Cartomancy, e ele está em pré-venda! Entrem em contato com a Priscilla Lhacer e garanta já o seu! Em breve, posto maiores informações a respeito. Aguardem!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Conversas Cartomânticas sobre Cartas Ciganas ou: um dos eventos mais intensos de que já participei.



Pessoal, só tenho uma coisa a dizer àqueles que perderam a Mesa Redonda de Cartas Ciganas, proposta, desenvolvida e organizada pela Tânia Durão: PERDERAM. Assim mesmo, em caixa alta. Foi um dos eventos mais inspiradores e ricos dos quais já participei, e, particularmente, foi um dos eventos mais revolucionários na minha história pessoal.
Mesclando teoria e prática, referências bibliográficas ricas e experiência profissional e oracular, os palestrantes ofereceram subsídios para a nossa prática cotidiana, como profissionais e como oraculistas, de forma tal que seria impossível voltarmos os mesmos. Como bem disse a Julia, o conhecimento é uma perda. 
Uma perda irreparável, inexorável... da ignorância.
Começamos o evento com a Ismenia. De uma forma loquaz, tivemos acesso a uma discussão sobre os sentimentos, os humores, as emoções e os relacionamentos, partindo da sua vivência, experiência e competência no uso das cartas ciganas. Em seguida, passamos por uma vivência que, confesso, foi exatamente o que eu procurava para continuar a Jornada do Herói – aguardem novos textos – correlacionando a nossa experiência iconográfica com a carta 08 com a nossa vida, com nossa história pessoal. A Julia foi uma guia, uma psicopompe nesse caminho. Nos levou e nos trouxe de volta com muita maestria. Em seguida, Prem Mangla apresentou-nos sua vivência pessoal das cartas ciganas, correlacionando-a com suas experiências meditativas como sanyasin. 
Ainda no campo de vivências, tivemos a deliciosa palestra da minha querida Sonia Boechat – sou suspeitaço para falar, já que a estimo tanto, eu sei; mas ela demonstrou o que a mestria na cartomancia é capaz de gerar na vida de alguém que se proponha a adentrar os mistérios da cartomancia. Essa sibilla me ensina sempre mais através do exemplo – a forma mais indelével de aprendizagem.
A Paulinha, essa flor que sabe mexer com flor, mostrou-nos também através do exemplo, todo o universo que permeia a iniciação no caminho das plantas e flores. Um caminho complexo e com o qual tinha sérias dificuldades no entendimento (uma forma rebuscada de dizer que eu tinha birra, risos), desculpa essa que se foi a partir da vivência proposta por ela. Como ela bem diz, para trilhar o caminho das ervas só é preciso amor e bom senso. Aguardem novidades por aqui, oriundas de nossas herbáceas conversas cartomânticas.
Alexsander Lepletier nos brindou com uma palestra que esclarece histórica e factualmente elementos da família Lenormand – acerca da sua “criadora” assim como de suas estruturas (já que o nome não corresponde a um único baralho) – desmistificando diversas historietas de papagaio criadas ao longo das últimas décadas para legitimar o baralho – como se ele precisasse! – além de corroborar a origem cigana (espiritual) da Escola Brasileira. Fundamental para que essa árvore cresça é reconhecer a sua verdadeira raiz. 
Contamos também com a palestra fantástica da Cris Mendonça, sobre os Orixás e o Lenormand. Cris iluminou com um didatismo fantástico essa área tão obscurecida e controversa pela falta de informação para além do óbvio.


E, por fim, minha vez. Conversei sobre a relação entre os naipes, os números e a corte do Lenormand, outra área complicada de analisar. Faltam fontes, faltam pesquisas sérias, sobra um guarda-roupa de roupas novas do imperador



O feedback que recebi foi dos melhores, o que muito me alegra – temos um caminho e tanto pela frente, mas creio que a minha contribuição está sendo feita a contento. Brevemente, textos sobre a análise cartomântica dos naipes do Petit Lenormand figurarão por aqui. Aguardem.

Rui Pereira com seu Baralho Cigano
da Editora Alfabeto

E o que dizer do Rui Pereira, esse santeiro português que entende do riscado? Um doce de pessoa, atencioso, sábio e silencioso na medida certa. Tive a oportunidade de fazer seu curso de magia cigana aonde demonstrou na prática seus conhecimentos com a simplicidade de quem entende muito e o didatismo de quem respeita o tempo de cada um.
Não tivemos a oportunidade de um carteado – pensando bem, não recebi nenhum jogo desta vez, mesmo querendo roubar a Tânia Durão para mim (da próxima vez ela não me escapa!). Mas aprendi muito, emocionei-me muito, vivi muito. 
Um dia de cada vez, e tudo correrá bem.
Gostaria de deixar aqui meus sinceros agradecimentos a Prem Mangla, que sempre me acolhe com tanto carinho; a Tania Durão, que me convidou e proporcionou essa oportunidade de apresentar o meu trabalho com os naipes, a quem a estima suplanta qualquer manifestação verbal de carinho (todas as que tentar serão poucas perto do que ela merece); ao Marcelo Bueno, à Cris Mendonça, a Sonia Boechat e ao Alexsander Lepletier, pela amizade de sempre; à Chris Wolf e ao André (falae, primo!) pela oportunidade de convivermos um pouco mais pessoalmente, coisa que nos fazia falta, e pelas conversas sempre ricas sobre Lenormand (entre outras coisas); e, particularmente, à Ismenia, à Paulinha e à Julia, pela transformação que provocaram em mim. Ismenia revolveu, Julia plantou, Paulinha colheu, e eu descobri que novos frutos poderiam ser hauridos dos meus galhos.



Com todo o respeito a todos, muito obrigado.
Por tudo.




NOTA IMPORTANTE: Devido a compromissos pessoais, não estou podendo atualizar o blog a contento, dentro do cronograma. Pelo mesmo motivo, não estou marcando consultas online nem presenciais. Brevemente retornarei à programação normal.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Mystic Fair Rio: um evento para recordar.


Olá pessoal. Esse evento foi um dos mais intensos dos que já participei. Fiz excelentes amigos e tive a oportunidade de vivenciar momentos de grande comunhão fraterna nos dois dias em que estive no Rio.

Minha mesa de atendimentos

Trabalhei como oraculista ao lado de pessoas amadas há muito e pessoas que passei a amar e a admirar. Valeu a pena trabalhar em uma equipe tão unida.





E, claro, encontrei muitas pessoas queridas, tive a oportunidade de ter diversos momentos de aprendizado ao lado de pessoas competentes na Arte e no carteado.

Eu, Tânia e Chris Wolf. 
Os librianos.

Four de Ases:
Marcelo Bueno, Paus;
Giancarlo, Espadas;
Priscilla Lhacer, Ouros;
e eu, Copas.

Bruno, Tânia, Chris e eu

Eu, Tânia, André, Chris, Sonia e Cesar

Quarteto das Cartas Ciganas:
Chris, eu, Tânia e Sonia.

Tato, eu, Nei Naiff e Giancarlo

Uma série de acontecimentos não foram registrados em fotos, mas estão registrados no meu coração e na minha memória. Obrigado aos queridos que encontrei. Foi maravilhoso. Por tudo.
Voltei para Minas cheio de coisas para oferecer, cheio de coisas para partilhar. Aguardem.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

De Keizerin: Um evento para recordar.


Olá pessoal. Estive no Rio essa semana para o evento De Keizerin, organizado por Prem Mangla, Sonia Boechat, Tânia Durão e Socorro Van Aerts. Quatro grandes mulheres disponibilizando seu conhecimento das cartas para nós. 

Prem Mangla, Sonia Boechat, Socorro Van Aerts; 
atrás, Emanuel e Tânia Durão.

Conversas Cartomânticas :)

Nem preciso dizer o quanto me diverti, não é? Tivemos conversas pré evento, com nossos baralhos, trocando experiências e aguardando a hora de abrir a tenda. 


Socorro Van Aerts com o recém lançado Baralho Cigano...

Tive a oportunidade de finalmente conhecer a Socorro, que é um amor de pessoa; foi divertidíssimo ficar conversando com ela, todo tempo foi pouco.  Infelizmente não deu tempo de cartear um pouco, estava curiosíssimo - a Socorro usa o Kipper, um baralho maravilhoso e curioso com o qual travei contato a pouco tempo. Falando nele, a Luciana Onofre fez a gentileza de traduzir o livreto do alemão para nós. Um incentivo para conhecermos o baralho praticarmos a divinação com ele. Estou encantado, mas ainda não o utilizei para adivinhações - brevemente, posto minhas impressões.

Prem Mangla e seu espaço de atendimento
no evento

Compartilhei carteados com a Prem Mangla durante toda a semana. Foi, como sempre, um prazer. E ela foi a responsável direta pela aquisição de um livro maravilhoso - Magias e Rituais de Amor (Ed. Pensamento): tenho muito a compartilhar sobre esse livro, breve resenha dele por aqui. Fizemos uma experiência juntos sobre esse livro, e logo logo partilho com vocês.

Tânia Durão na boutique da Socorro

Reencontrar-me com a Tânia Durão foi delicioso. Tivemos uma experiência com ciganos que foi memorável. Na verdade, sinérgica - os parceiros certos sempre se atraem. Ainda não carteamos, mas é parte daquelas pontas soltas que deixamos ao vento para termos motivos para voltar. 

Sonia Boechat realizando um atendimento

E tive a grata satisfação de ser atendido pela Sonia Boechat. Com as cartas comuns de jogar, queridas que há muito não toco. Inclusive, está na hora. Um momento de muita gratidão, sobretudo por relembrar o valor e o poder dessas cartas. E, claro, pela mensagem, que veio em boa hora. Foi muito importante no meu processo atual.

Tânia Durão e Prem Mangla realizando atendimentos

Todos os participantes saíam com sorrisos, com os olhos brilhantes. Era gratificante ver que, na Tzara da Estrela, tinham encontrado a luz para os seus caminhos como quem se guia pelas constelações. A resposta estava ali, brilhante; precisava um verdadeiro guia para traduzir em palavras os eventos para além delas. Como essas grandes mulheres.
Só tenho a agradecer, e torcer por novos eventos dessa monta. Obrigado meninas, pela recepção, pelo carinho, pela força e pelas partilhas. 
Abraços a todos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Mystic Fair São Paulo: Eu fui e eu irei de novo!


Olá pessoal. Mais um evento feliz, mais um momento de alegria, encontros, reencontros e desencontros (como não poderia deixar de ser). 


Nesse evento, palestrei duas vezes. A primeira, sobre os quatro naipes do Petit Lenormand e sua lógica de aplicação à leitura cartomântica; a segunda, na sala temática de Lenormand, organizada por Alexsander Lepletier, especificamente sobre o naipe de Paus. Foi uma imersão proveitosa e vantajosa no universo desse oráculo de 36 cartas. E, claro: um momento de matar saudades de pessoas queridas. Indubitavelmente.


Alexsander Lepletier, Emanuel J Santos e Deborah Jazzini

Tive a honra de conhecer pessoalmente pessoas queridas e reencontrar as já residentes no meu peito. E que (re)encontros. Tivemos um abraço coletivo no Museu Lo Scarabeo, onde encontramos e reencontramos o pessoal todo.


Abraço no Museu LoS

Além disso, no Estande 125, Tarot & Cia, vivenciei momentos de grande felicidade junto aos consulentes, atendendo com Tarô, Petit Lenormand e as cartas comuns de jogar, lado a lado com Prem Mangla, uma querida e excelente cartomante. 

Prem Mangla e Emanuel realizando atendimentos.

O momento mais gratificante para qualquer cartomante é o reconhecimento do consulente naquilo que é lido e posteriormente aplicado. Eu fiquei muito feliz. Obrigado Priscilla, pela parceria e pelo carinho. 


Karan, Prem Mangla, Nivia Peggion e Emanuel


Nivia e Emanuel

Vivi momentos muito intensos de identificação. E, nesse ponto, preciso agradecer enormemente à Nivia Peggion, pela amizade sedimentada na internet e manifestada integralmente na vida "real". É aqui que a gente se (re)conhece.
Tive a oportunidade de me consultar com o quiromante Mago Scarceli. Me reconheci em cada frase dita. E fiquei pensando, meditando sobre. Algo que leva um tempo para assimilar e aplicar. E, convenhamos: fazer um resumo em quinze, vinte minutos de vários aspectos de uma vida é para poucos. Mago Scarceli é um desses poucos.  Foi um prazer conhecê-lo.
Excelente quiromante, vale muito a pena. 
Aguardemos pelo próximo evento. E certamente será tão bom quanto este. Espero você no próximo, para um abraço, para uma conversa, sempre cartomântica.
Até o próximo post.

sábado, 17 de novembro de 2012

Para comprar o livro Conversas Cartomânticas em dez passos

Olá pessoal. A Mystic Fair está se aproximando, está cada vez mais perto o momento em que estaremos juntos, pessoalmente, em São Paulo, conversando sobre Cartomancia - nesse evento, em especial, sobre Petit Lenormand. Para quem deseja o livro Conversas Cartomânticas: da escolha do baralho ao encerramento da consulta, estarei levando alguns exemplares, mas de fato são bem poucos. Se quiser garantir o seu, é mais fácil adquirir pelo site. Eu explico como:

1. Entre no site http://www.agbook.com.br/.


2. Coloque no campo de pesquisa as opções que estão no quadrado vermelho. A opção pelo livro Conversas Cartomânticas aparece ali. Ou então você pode clicar nesse link aqui


3. Você irá chegar nessa página. Desça o cursor e...


4. Você terá a opção entre comprar o livro impresso ou o e-book. Escolha sua versão e clique em comprar.


5. Você cairá nessa página, para escolher a quantidade de livros que quer comprar e a forma de retirada. Aqui, optou-se por envio pelo Correio.


6. Descendo um pouco a página, coloque seu CEP para calcular o frete. Escolha a forma de envio, entre módico e PAC. Caso você tenha pontos para desconto, esse é o momento de usá-los. Clique em continuar.


7. Confirme seu cadastro e endereço. Caso seja presente (num endereço diferente do seu), inclua o endereço entre parênteses.


8. Confirme seu endereço (esse espaço aparecerá preenchido), o número de livros adquiridos, o valor e o frete, e clique em concluir compra.


9. Confirme novamente seus dados (essa parte já aparecerá preenchida)...


10. ... e escolha a forma de pagamento - boleto, transferência online ou cartão de crédito. Clique em pagar.

Em pouco mais de uma semana, o livro estará em suas mãos. Ainda dá tempo de comprar para a Mystic Fair!
Aguardo vocês por lá. Já ansioso pelo 1 de dezembro!